A família de um adolescente de 15 anos em São Carlos (SP) levanta sérios questionamentos sobre o atendimento médico que seu filho recebeu antes de falecer. A alegação central é que o jovem foi medicado e liberado de uma unidade de saúde sem a realização de exames diagnósticos, apesar de ter procurado assistência. Em contrapartida, a prefeitura municipal de São Carlos afirma que o paciente não apresentava sinais graves que justificassem procedimentos adicionais no momento da consulta.
A mãe do jovem expressou sua profunda indignação com a assistência prestada, afirmando que o profissional de saúde “só olhou para ele”, sugerindo uma avaliação superficial e insuficiente. Ela e outros membros da família acreditam que a ausência de uma investigação mais aprofundada da condição do adolescente pode ter sido crucial para o desfecho trágico.
A administração municipal de São Carlos, em nota oficial, reiterou que o protocolo de atendimento foi rigorosamente seguido pela equipe. Segundo a prefeitura, a avaliação clínica inicial do adolescente não indicava a necessidade imediata de exames complexos ou internação, baseando-se nos critérios estabelecidos para o tipo de queixa apresentada.
O caso gerou grande comoção na comunidade de São Carlos e reacende o debate sobre a qualidade e a profundidade dos atendimentos de urgência e emergência na rede pública de saúde. A família busca agora esclarecimentos e possíveis responsabilizações, enquanto as autoridades locais mantêm sua posição sobre a conformidade do atendimento médico prestado.
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