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Segunda-feira, 08 de Junho 2026
Notícias/Saúde

AGOSTO AZUL VERMELHO - CAMPANHA DE 2023 TEM FOCO NOS TIPOS DE ANEURISMAS

Problema atinge mais de 150 milhões de brasileiros anualmente

AGOSTO AZUL VERMELHO - CAMPANHA DE 2023 TEM FOCO NOS TIPOS DE ANEURISMAS
Pexels, Andrea Piacquadio
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O mês abriu com as cores azul e vermelha da campanha de conscientização sobre os problemas vasculares, apresentando as principais causas e como adotar uma postura de prevenção. A ação da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), deste ano, foca nos tipos de aneurismas que atingem mais de 150 mil brasileiros anualmente.

A verdade é que milhares de brasileiros têm tanto medo do aneurisma quanto de tumores. O médico cirurgião vascular e membro da SBACV, Josualdo Euzébio, explica que o aneurisma é uma dilatação anormal das artérias, ocorrendo, principalmente, devido ao enfraquecimento das paredes, situação que pode levar a  um rompimento e provocar uma hemorragia. As artérias estão distribuídas pelo corpo e qualquer uma delas pode arrebentar, contudo, algumas áreas são mais propensas, como braços e pernas, através do aneurisma periférico, o abdominal e, da aorta torácica, o principal vaso sanguíneo.

Um grande problema dessa patologia acontece entre a maioria dos pacientes: não sentiram sintomas. Entretanto, caso surjam, é possível perceber a aparência roxa ou pálida dos membros, que também podem estar frios e doloridos. 

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Outro maior problema está no coágulo de sangue, preso em uma dessas artérias, provocando a trombose. O coágulo pode se desprender e afetar a circulação sanguínea, gerando situações ainda mais graves e com amputação.

Ainda vale citar a aorta, saindo do coração e passando pelo peito  e abdome, dividindo-se para continuar o processo de distribuição do sangue pelos membros inferiores. A dilação dessa artéria se dá em diferentes segmentos, deixando as paredes mais fracas e finas. Assim como nos casos anteriores, a maioria dos pacientes não apresenta sinais e pode seguir pela vida sem sinais. 

Ainda, segundo Josualdo, fatores como histórico familiar, hipertensão, diabetes, colesterol alto e fumar influenciam o desenvolvimento da doença. Para quem já está em tratamento, a recomendação  é seguir as orientações médicas e nunca se automedicar, ou deixar de tomar os remédios indicados. 

Multi Comunicar

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